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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Wall Street – Poder e Cobiça




O filme mostra a especulação na Bolsa de Valores de Nova York, mais precisamente, revela algumas das manobras que os poderosos investidores utilizam para manipular o mercado de ações, criando falsos cenários. Os poderosos que estão no controle tiram a máxima vantagem perante suas atividades criminosas, dessa forma o filme busca expor algumas das fragilidades do sistema econômico globalizado, representadas pelas falhas de mercado. Inspirado em um fato real, a obra discute a amoralidade do capitalismo financeiro.

http://www.megaboxfilmesonline.com/2013/07/assistir-filme-wall-street-poder-e.html#_

Postado por Mirela

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

NEW DEAL



New Deal (o novo acordo) foi o emaranhado de ações tomadas por Roosevelt (presidente norte-americano da foto acima) para ajudar o país a sair da grande depressão (Crise de 29).

As ações focavam o investimento maciço em obras públicas, a destruição dos estoques de gêneros agrícolas, o controle sobre os preços e a produção e a diminuição da jornada de trabalho.

Essas ações e o começo da II Guerra Mundial (além de outros fatores econômicos e sociais) ajudaram os EUA a se recuperarem de crise de 29 (superprodução) e chegar a 1945 a bipolarizar o mundo, junto a URSS.

Postado por Guilherme




quarta-feira, 26 de junho de 2013

Crise de...superprodução?



A grande depressão, que foi a queda da bolsa de valores de Nova Iorque, causou uma crise econômica mundial. Ela aconteceu porque a Europa se recuperou da primeira guerra mundial de anos anteriores e os Estados Unidos da América entraram em superprodução (já que os países deixaram de importar seus produtos).
Essa charge relaciona de forma satírica o termo atribuído a crise e os efeitos dela no Brasil, onde teve de ser assinado o Convênio de Taubaté (pelos estados de SP, RJ e MG), que acordava a queima das sacas de café para a proteção da economia brasileira.
 

Postado por Guilherme

terça-feira, 25 de junho de 2013

The American way of life



A primeira guerra mundial trouxe conseqüências diversificadas para a sociedade internacional.
O conflito submeteu alguns países a grandes perdas populacionais e conturbações econômicas; já alguns outros países, entre eles Estados Unidos e Canadá, tiveram suas economias estimuladas pós guerra.
Os Estados Unidos foram os maiores beneficiados, o país foi o grande exportador de armas mundiais, equipamentos militares, alimentos, remédios, capitais e bens de consumo.
Dessa forma, em meados dos anos 1920, os Estados Unidos encontravam-se em plenitude econômica, o que instigou a população norte-americana a investir na Bolsa de Valores de Nova York, que garantia fortes lucros em época/momento de negociação.
É nesse contexto que vemos o “American way of life”, onde mulheres e homens vestiam-se luxuosamente, as indústrias automobilísticas inundavam jornais e revistas propagando seus veículos conversíveis, trabalhadores comuns possuíam dote para comprar os automóveis, etc.



Veículos conversíveis produzidos em massa pela indústria norte-americana em 1919.

Postado por Mirela

domingo, 9 de junho de 2013



Com o termino da 1ª guerra mundial a Alemanha passava por maus bocados, pagando dividas de armamentos, dividas de guerra, as indústrias falindo, o setor rural com uma safra ruim, gerando assim uma instabilidade política e econômica. O partido nazista, mesmo não tendo o “presidente” do país, tinham muitas cadeiras na assembléia, o que dava um equilíbrio dentro do congresso, porem após a ascensão de Hitler ao poder, o partido nazista passa a ser único e soberano na política, já que faz uma lei para que nenhum partido opositor exista no país, tomando assim o monopólio político. Hitler melhora a situação econômica da Alemanha absurdamente com sua política de investimentos.

Postado por: Cainã



sexta-feira, 7 de junho de 2013

A solução da Crise de 1929



A solução para a crise de 1929 foi o chamado New Deal, criado por Roosevelt. O New Deal foi uma política de incentivo fiscal com base nas teorias de John Keynes, que defendia o intervencionismo estatal na economia a fim de regulamentar a relação entre consumo e investimento dessa forma criou-se empregos para propiciar o surgimento de consumidores e, consequentemente o aumento da produção.
Abaixo vê-se um esquema demonstrando as relações estabelecidas no New Deal:



Dente as principais medidas desta política de incentivo destacavam-se:
- Desvalorização do dólar para diminuir os valores das dívidas ao estrangeiro;
- Concessão de empréstimos aos proprietários agrícolas para suprir suas dívidas;
- Realização de um amplo programa de obras públicas para oferecer empregos;
- Criação de um seguro-desemprego;
- Garantia de um salário mínimo;
- Liberdade sindical;
- E medidas que visavam às leis de proteção social, como reforma por velhice e invalidez e semana de trabalho de 44 horas. 


Postado por: Mirela





CRISE DE 1929 (NEW DEAL)



Para combater a crise de 1929, Franklin Roosevelt, presidente norte-americano, implantou um programa de recuperação, o New Deal, que abrangia a agricultura, a indústria e a área social.

Esse programa social constava de obras públicas para deter o desemprego, incentivando o desenvolvimento de novas atividades, liberdades sindicais e direito de greve.

O vídeo acima explica melhor um pouco desse programa.



Postado por Natalia


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Decadência Norte Americana- Crise de 1929



A crise econômica desencadeada a partir de 1929 com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, reflete a crise mais alastrante do capitalismo liberal.
Ela ocorreu em detrimento da diminuição das exportações para a Europa, dessa forma as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes e grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York. Os investidores, vendo que ações de várias empresas estavam sendo desvalorizadas, começaram a impulsionar a venda de suas ações. Porém, os efeitos dessa crise de “superprodução” foram devastadores, pois em questão de dias as ações foram totalmente desvalorizadas e toda a população rica que tinha investimento nesta Bolsa, acabou ficando pobre do dia para a noite. Durante os anos da grande Depressão, a sociedade norte-americana sofreu uma profunda angústia. Frente a este sentimento, vários pintores se manifestaram, um deles é Edward Hooper, que expressou a decadência do norte-americano em sua obra “Quatro de Hotel”.

Postado por Mirela

terça-feira, 4 de junho de 2013

A crise de 1929

A Crise de 1929 foi uma grande depressão econômica que teve início em 1929, e que persistiu ao longo da década de 1930. Em meados de 1920 a Europa parou de comprar produtos dos Estados Unidos, e este por sua vez não parou de produzir-los, dessa forma ocasionou-se uma crise de superprodução; ocorreram demissões (levando a alta taxa de desemprego), bancos faliram, houve quedas drásticas na produção industrial e em praticamente toda a atividade econômica de diversos países. O desemprego em massa, a queda das vendas, da produção e da falência dos bancos, levaram a falta de crédito que culminou na queda das ações da Bolsa de Valores de Nova York. Essa situação se alastrou rapidamente para os demais países que mantinham relações comerciais com os Estados Unidos. As imagens abaixo representam o mecanismo da Crise de 1929 e seus efeitos sob a população:




Postado por Mirela